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Brasil Que Lê - Agência de Notícias - 10/9/2009
Uma semana consagrada aos livros Com o charme de sempre e uma programação cultural que prima, invariavelmente, pelo bom gosto e a sofisticação, o Rio assume a condição, na próxima semana, de capital do livro do Brasil. A grande vedete é, sem dúvida, a Bienal Internacional do Livro, que começa na próxima quinta (10/9), sempre com elegância e um cardápio literário de primeira. Na mesma semana, pertinho do Riocentro, acontecem também as convenções nacionais dos livreiros e dos difusores do livro. Na mesma quinta (10/9), outra festa terá início em São Paulo. É a sempre simpática Primavera dos Livros, organizada pela Libre, a Liga Brasileira de Editores.
Senado retoma trâmite de outro Fundo Às vésperas do entendimento esperado, para os próximos dias, entre mercado editorial e governo em torno da criação do Fundo Pró-Leitura, o Senado manda uma notícia: agora também fará andar o projeto de lei de autoria do senador José Sarney que institui o Fundo Nacional de Leitura - este só com recursos do governo. Há anos engavetada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Casa, a proposta acaba de receber o parecer favorável do relator Augusto Botelho e está pronta para entrar na pauta. Antes, já passou, com um belo parecer do relator Marco Maciel, pela Comissão de Educação e Cultura.
ABDL e o Fundo A Associação Brasileira de Difusão do Livro, que reúne as editoras e distribuidoras de livros vendidos de casa em casa, avisa que apoia integralmente a ideia de se criar um Fundo Pró-Leitura no País, como agora quer o governo. Em entrevista publicada aqui (leia a íntegra), o presidente da ABDL, Luis Antônio Torelli, defende a medida. E diz que isso será bom pra todo mundo. Começando pelo próprio mercado.
Um belo exemplo do Brasil É aguardado, com certa ansiedade, o edital inédito que o Ministério da Educação publica, nesta sexta (4/9), com os critérios para compra de livros do seu novo programa nacional do livro didático para a Educação de Jovens e Adultos. Na linha de outros programas governamentais geridos pelo Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação, o FNDE, este já tem até nome de batismo: será o PNLDEJA. Agora, o governo vai comprar livros para os alunos do campo e da educação indígena, quilombola e em presídios. Os programas sociais do livro ajudam a consolidar, mais e mais, uma política de estado exemplar. No Brasil e já referencial mundial.
(Reprodução autorizada mediante citação da 'Brasil que Lê - Agência de Notícias') Contato: agencia@brasilquele.com.br
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