|
Os posts que mais repercutiram
Brasil Que Lê - Agência de Notícias - 30/7/2009
Entidades do livro e governo voltam a falar do Fundo Governo e entidades do livro no Brasil voltaram a se reunir, esta semana, para tentar encontrar uma saída para a criação do Fundo Pró-Leitura. O MEC e o Ministério da Cultura já mandaram para a Casa Civil e para o Ministério da Fazenda a minuta do projeto de lei. Dizem que, agora, após cinco anos de hesitação, não tem mais jeito. Muitos já defendem, abertamente, o fim da desoneração fiscal do livro caso não seja cumprido o acordo de destinar 1% da receita pelas editoras, distribuidoras e livrarias que deixaram de pagar PIS e Cofins em troca do fim dos tributos. A maioria das entidades já se mostra favorável em manter o acordo de 2004. Mas quer discutir a paridade na gestão, o início das contribuições e a exclusão dos pequenos. O governo, de seu lado, promete estudar a possibilidade de escalonar as contribuições.
O Snel e o Fundo Pró-Leitura O Sindicato Nacional de Editores de Livros é, ideologicamente, contrário ao Fundo e diz que será uma nova taxa. Numa nota para responder às cobranças feitas em artigo publicado no Estadão, semana passada, pelo jornalista e editor A.P. Quartim de Moraes, o Snel procura esclarecer sua posição diante do Fundo, que provocou, nos últimos dias, uma intensa movimentação de seus dirigentes. A entidade já encomendou um estudo, que fica pronto em agosto, para demonstrar o impacto negativo da medida sobre a economia do livro. A impressão no mercado é que o Snel começa a ficar sozinho na história.
O Brasil lá fora O Brasil dos livros coloca mais um pezinho no cenário mundial. Após ser homenageado nas feiras de Portugal e República Dominicana, agora é o convidado de honra na Feira Internacional do Livro de Lima, que começou nesta quinta (23/7) no Peru. Nélida Piñon, estrela da literatura brasileira lá fora, é uma das convidadas. Ela é uma das grandes defensoras da criação de um Instituto Machado de Assis, para divulgar melhor o Brasil lá fora (como, afinal, faz a Espanha com seu Instituto Cervantes, Portugal com o Instituto Camões, a Alemanha com o Instituto Goethe, entre outros). Às vésperas da homenagem, o governo brasileiro ainda não havia definido enviar representante.
6 anos de morte da Secretaria do Livro e Leitura Para lembrar: no próximo dia 12 de agosto vai completar seis anos que o Ministério da Cultura extinguiu, sem maiores explicações, a Secretaria Nacional do Livro e Leitura, ocupada até bem pouco tempo antes pelo poeta Waly Salomão. Criada em 1999, a secretaria durou só quatro anos. Juca Ferreira, então secretário-executivo que comandou a degola, logo se arrependeria da decisão. Passado esse tempo, e agora ministro, pode ser esta uma boa hora para colocar em prática o compromisso de criar o Instituto Nacional do Livro e Leitura (INLL), anunciado no ano passado.
(Reprodução autorizada mediante citação da 'Brasil que Lê - Agência de Notícias') Contato: agencia@brasilquele.com.br
Comente |
Envie este texto | Baixe ou imprima este texto
‹‹ VOLTAR |
|